Castigos dos escravos no Brasil

Os castigos aplicados aos escravos era dos mais variados e criativos do feitor(dono dos escravos). Nas grandes cidades construíram colunas, para amarrar os escravos e açoitá-los em praça publica (literamente uma surra de chicote até o indefeso ser humano não aguentar mais de tanta dor e desmaiar).

Escravos.

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As condenações eram anunciadas a partir de rufos de tambores para criar um grande público para assistir a cena de sofrimento, recebendo varias chibatadas nas costas. O escravo permanecia nu diante a multidão enquanto era “castigado” e todos aplaudiam durante o processo penoso de sofrimento e sangrio.

Havia em momentos que as pessoas pediam que chicoteasse até a morte, ficavam excitadas com o teatro de dor e sangria.

Outro método de punição, era o castigo dos bolos que consistia em dar pancada com a palmatória nas palmas das mãos estendidas dos negros, e que provocavam violentas equimoses e ferimentos no apitélio delicado das mãos.

Em algumas fazendas e engenhos, as crueldades dos senhores de engenho e feitores atingiram a extremas e incríveis métodos de castigos ao empregarem no negro o anavalhamento do corpo seguido de salmoura, marcas de ferro em brasa, mutilações, estupros de negras escravas, castração, fraturas dos dentes a marteladas e uma longa e infinita teoria de sadismo requintado.

No sul do Brasil, os senhores de engenhos costumavam mandar atar os punhos dos escravos e os penduravam em uma trava horizontal com a cabeça para baixo, e sobre os corpos inteiramente nus, eles untavam de mel ou salmoura para que os negros fossem picados por insetos.

E através de uma série de instrumentos de suplícios que desafiava a imaginação das consciências mais duras para a contenção do negro escravo que houvesse cometido qualquer falha, e no tronco que era um grande pedaço de madeira retangular aberta em duas metades com buracos maiores para a cabeça e menores para os pés e as mãos dos escravos, e para colocar-se o negro no tronco abriam-se as suas duas metades e se colocavam nos buracos o pescoço, os tornozelos ou os pulsos do escravo e se fechava as extremidades com um grande cadeado, o vira mundo era um instrumento de ferro de tamanho menor que o tronco, porém com o mesmo mecanismo e as mesmas finalidades de prender os pés e as mãos dos escravos, o cepo era um instrumento que consistia num grosso tronco de madeira que o escravo carregava à cabeça, preso por uma longa corrente a uma argola que trazia ao tornozelo.

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