A vida de um escravo

Ao nascer do sol, os negros eram acordados através de um sino e formados em fila no terreiro para serem contados pelo feitor e seus ajudantes, que após a contagem rezavam uma oração que era repetida por todos os negros.

Ao nascer do sol, escravos, faziam fila, caminho para a roça.

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Período da manhã

O café da manhã era apenas: um gole de cachaça e uma xícara de café, logo após eram encaminhados pelo feitor para os penosos labor nas roças. O almoço era trazido do sitio em um grande balaio, que dentro tinha uma panela de feijão – cozido com gordura e misturado com farinha de mandioca.

Escravos

O prato do escravo era em largas folhas de bananeiras, abóbora moranga, couve rasgada e raramente um pedaço de carne de porco fresca ou salgada que era colocada no chão, onde os negros acocoravam-se para encher as suas cuias e iam comer em silêncio, após se saciarem os negros cortavam o fumo de rolo e preparavam sem pressa o seus cigarros feitos com palha de milho.

Escravo sendo açoitado.

Período da Tarde e noite

Tinham um descanso de meia hora e logo após continuavam a labuta até ao anoitecer, quando vinha o jantar. Ao por do sol eram conduzidos de volta à fazenda onde todos eram passados em revista pelo feitor e recebiam um prato de canjica adoçada com rapadura como ceia e eram recolhidos a senzala

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