15 Lugares para fazer turismo em Joinville

Joinville é conhecida como Cidade dos Principes, Cidade das Bicicletas, Cidades das Flores, Manchester Catarinense e Cidade da Dança, também é uma cidade para fazer Turismo , atendendo todos os gostos, tipos e estilos de pessoas.

Rua das Palmeiras Acervo Pessoal

O que voce vai encontrar, logo abaixo…

  1. Baía da Babitonga
  2. Escola do Teatro Bolshoi (Festival de Dança)
  3. Estação da Memória (Estação Ferroviaria)
  4. Estrada Bonita
  5. Mirante
  6. Morro do Finder
  7. Museu Arqueológico do Sambaqui
  8. Museu da Imigração e colonização

História Rápida….

Com a chegada dos primeiros imigrantes alemães no dia 09 de março de 1851, com o desembarque dos 118 pessoas.

No ano de 1852 começou a ser chamada de Joinville, em homenagem à cidade de nascimento (Joinville) do Príncipe Francisco Fernando de Orléans, filho do Rei Luis Felipe I da França e casado em 1843 com Princesa Francisca Carolina, irmã de D. Pedro II. Devido a dificuldades financeiras sofridas na Europa, o casal vende as terras, que correspondem a 25 léguas cúbicas para a Sociedade Colonizadora de Hamburgo e tem como seu procurador Christian Mathias Schroeder.

Antes do “dote de terras” pelo matrimonio realizado entre os principes de Joinville, a cidade já tinha indícios de civilização humana 4800 anos antes de Cristo, Foram encontrados mais de 40 sambaquis e sítios arqueológicos do município. O homem-do-sambaqui praticava a agricultura, mas tinha na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência.

Índios tupis-guaranis (especificamente, carijós) ainda habitavam as cercanias quando chegaram os primeiros imigrantes europeus.

Início do Século XVIII (1700-1799), famílias origem portuguesa(açoriana) começaram a se estabelecer na cidade, com seus escravos negros, vindos provavelmente da capitania de São Vicente (hoje estado de São Paulo) e da vizinha cidade de São Francisco do Sul.

Adquiriram lotes de terra (sesmarias) nas regiões do Cubatão, Bucarein, Boa Vista, Itaum, Morro do Amaral e aí passaram a cultivar mandioca, cana-de-açúcar, arroz e milho, entre outros produtos.

15 Pontos Turisticos em Joinville

1. Baía da Babitonga

Baía da Babitonga ou somente Baía Babitonga é uma baía do litoral brasileiro. Esta baía está situada na foz do rio Palmital, junto a duas importantes cidades: Joinville e a ilha de São Francisco do Sul.

A Babitonga é a maior baía navegável do Estado de Santa Catarina sendo contemplada co 24 ilhas para visitação. Para passear entre as ilhas, pode ser feito por barcos de passeios, balsa (saindo da Vila da Glória até o Centro Histórico de São Francisco do Sul), Barco Pérola Negra e Holandês Voador(saindo do Centro Histórico de São Francisco do Sul) e o Barco Príncipe (saindo do bairro Espinheiros de Joinville até o centro histórico de São Francisco do Sul, passando por 14 ilhas)

Aos fundos Baia Babotonga ao por do sol.
Barco Príncipe de Joinville.
O barco Pérola Negra fazendo sua parada na Vila da Glória, para o banho dos turistas.

2. Escola do Teatro Bolshoi (Festival de Dança)

Única escola a escola do Teatro Bolshoi no Brasil, inaugurada em março de 2000. A escola proporciona a formação de artistas da dança, ensinando a técnica de balé segundo a metodologia Vaganova, dança contemporânea e disciplinas complementares. Muitos alunos de diferentes estados brasileiros e do exterior, a instituição ressalta o seu compromisso social, ao conceder 100% de bolsas de estudo e benefícios para todos os alunos.

Teatro Bolshoi no Brasil

Para conhecer o local, basta agendar por telefone, será um tour guiado, que irá contar a história dos alunos e professores.

Teatro Bolshoi no Brasil

Funcionamento

  • Endereço: Av. José Vieira, 315 (Centreventos Cau Hansen)
  • Horários: diariamente às 10h e 14h30
  • Agendamento: (47) 3422-4070
  • Preço: R$ 10
  • Mais informações: site oficial

Considerado pelo Guinness Book, desde 2005, como sendo o maior Festival de Dança do mundo, com mais de 4.000 participantes.

3. Estação da Memória (Estação Ferroviaria)

Estação da Memória ou também conhecida antigamente como Estação Ferroviária de Joinville, faz parte do circuito cultural de Joinville (SC). O edifício é um dos marcos do desenvolvimento da cidade com a ferroviária no País, O prédio foi construído em 1906, e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2008, tornando-se patrimônio arquitetônico brasileiro.

Fotografia inédita da Locomotiva 250 na Estação de Joinville (Acervo de Renato Roesner)

Sua arquitetura estilo enxaimel e s trilhos (que ainda hoje passam os trens na cidade), ajudam a contar a história de antigamente. Utilizado para embarque e desembarque de mercadorias e ponto de parada entre as cidade de São Francisco do Sul e Jaraguá do Sul.

Estação da Memória (Estação Ferroviaria) Acervo Prefeitura Municipal de Joiniville.

Hoje o prédio tem eventos como o “Sábado Cultural na Estação” e em instalações também abrigam o Museu da Bicicleta.(fechados temporariamente).

Estação Ferroviaria de Joinville com seus centenários trilhos que hoje vagam os trens. Acervo Veronica Semljanos.
Estação da Memória (Estação Ferroviaria) Acervo Desconhecido.

Funcionamento

  • Localização: Rua Leite Ribeiro, s/nº (antiga Estação Ferroviária) – Anita Garibaldi – Joinville – SC
  • Horário de visitação: terça a domingo, 10h às 16h
  • Para mais informações: (47) 3422-5222 | estacao@joinville.sc.gov.br
  • Entrada: gratuita

4. Estrada bonita

O nome da estrada já diz o que iremos encontrar, uma Estada Bonita. Foi fundada em 1885 por imigrantes que trabalhavam na construção da Estrada de Ferro de Paranaguá e viveram durante um periodo para instalar as linhas de telégrafo. As famílias vivem até hoje no local, preservando a tradição da época.

Estrada Bonita – Acervo Monique Oliveira.

Localizado no Distrito Pirabeiraba, às margens da BR-101 , iremos encontrar belezas naturais, com montanhas verdes, flores ao percurso, uma ponte de madeira e um rio que crcuza a estrada. A maioria das casas são cosnstruídas com estilo enxaimel e lembra regiões da Alemanha, da Bavieria. Alguns colonos vendem produtos produtos coloniais (mel, leite, queijo, tuberculos) plantados no local.

Estrada Bonita. Ponde de Madeira Tercilio Bilau. Arquivo (jovoos)

A Estrada Bonita possui aproximadamente 5 Km de comprimento

No rio que cruza a rua, é possível tomar banho nas águas que descem as montanhas e visitar o museu rural, assim como passear por algumas propriedades (passeio rural) e comer deliciosas cucas.

Arquivo Mauricio de Oliveira.

Funcionamento

  • Endereço: Estrada Bonita, Rio Bonito – Pirabeiraba
  • Horário de funcionamento: Sempre aberto
  • Para mais informações: (47) 3646-1271 | estradabonita.com.br

5. Mirante

Nosso querido Mirante, localizado ao alto do Morro do Saguaçu e Morro do Boa Vista. Parada obrigatória para todos os turistas e joinvillenses que desejam ter uma vista 360 Graus da Cidade, visto de cima.

Em cima do Mirante com vista do bairro Central da Cidade.

No topo do Mirante, você consegue ter uma noção geral da cidade, desde a Baia da Babitonga até a Serra Dona Francisca. É um pulmão, no meio da cidade, com vegetação intensa e bem verdinha.

Vista em cima do Mirante. Aos fundos bairro Boa Vista, Comasa e Baia Babitonga.

O acesso é feito somente a pé, não é possível chegar de carro até o topo do morro. (Existe uma linha de ônibus, que faz o trajeto do terminal central até o alto do morro: Linha Mirante). Deve deixar o carro, antes da subida, antes do Zoobotânico, e fazer uma caminhada de 5 minutos até o Parque Zoobotânico e dali pegar o ônibus para o Mirante.

Preço passagem: (Atualizado: 28/10/2019: R$ 4,40 – antecipada e R$ 4,80 embarcada) – passagem de volta não é cobrada.

Três pontos de embarque de passageiros:

  • Pórtico de acesso;
  • Parque Zoobotânico;
  • Mirante
Mirante

“O Mirante é uma estrutura em concreto armado com acabamento aparente, com 14,5 metros de altura da plataforma de observação em relação ao solo. Além da plataforma, o Mirante é composto por escadarias e elevador (com acesso apenas para deficientes físicos e idosos) ” -Sabrina Schmitz.

Mirante “Novo” com vista para o cento da Cidade.
Antigamente em 1931, o Mirante já recebia visitas dos moradores. Registro realizado pelo nosso fotografo Fritz Hoffmann. Acervo Fritz Hoffmann.
Década de 90, o Mirante era no formato de espiral. Mirante foi reconstruído no formato que temos hoje, a base de concreto.
  • Rua Pastor Guilherme Rau – Saguaçu – 89221-020, Joinville – SC
  • Aberto: todos os dias, das 7h às 19h
  • Entrada é gratuita.

6. Morro do Finder

O parque verde, administrado pela Fundação Municipal do Meio Ambiente, possui uma área de 500 mil metros quadrados, abrange remanescente de mata atlântica inserido na paisagem urbana do município. Pessoas que buscam contemplação da natureza, prática de mountain bike ou do rapel tem no local uma boa opção para lazer. Há exuberantes trilhas e um lago. Parque leva o nome de Finder, em homenagem ao seu idealizador inicial e doador das terras verdes – Amandos Finder.

Entrada do Morro Finder – Pórtico.

O visitante pode chegar ao local a pé ou de bicicleta, onde encontrará trilhas, grutas, nascentes e lagos.

Trilha no Morro do Finder.

Amandos Finder (clique aqui e conheça sua história)

Amandos Finder

No ano de 1993, Sr Finder ofereceu as terras à Prefeitura, e criou o Parque Morro do Finder com objetivo que as famílias pudessem passar o final de semana fazendo trilhas, piqueniques ou descansando. Em 2007, foi homenageado seu nome, Centro de Educação Infantil.

“Dedicado, sempre gostou de cuidar do parque com as próprias mãos. Mas foram as pernas que sofreram quando toras de árvores derrubadas por um vendaval caíram sobre ele.” Jornal NSC.

Trilhas do Morro do Finder.

Horário de Funcionamento: terça a domingo 08 às 18 horas.

7. Museu Arqueológico do Sambaqui

O museu foi criado em 1969, mas somente em 1972, que recebeu o prédio, que hoje é sede atual. Contém, cerca de 45 mil artefatos que evidenciam a cultura e o estilo de vida do povo sambaquiano.

Múseu Sambaqui Acervo: Sergio Gollnick.

Referência em preservação do patrimônio arqueológico brasileiro e na produção de conhecimentos sobre povos construtores de sambaquis, que viveram na região a mais de 5 mil anos.

Construção da Ponte do Trabalhador em 1978. A ponte ligando a zona sul com o bairro Boa Vista foi um marco para o desenvolvimento da cidade. Foto de Dieter Neermann. Muitos dos artefatos e sambaquis achados neste local, estão em exposição permanente no Museu.
Acervo do museu.
Acervo do museu.

Funcionamento

  • Localização: Rua Dona Francisca, 600 – Centro – Joinville – SC
  • Horário aberto ao público: terça a domingo, 10h às 16h
  • Para mais informações: (47) 3433-0114 | sambaqui.adm@gmail.com
  • Entrada: gratuita

8. Museu da Imigração e colonização

Museu foi construído em 1870 a pedido do Príncipe de Joinville Francisco Fernando de Orléans e sua esposa Princesa Francisca Carolina (Irmã do imperador D. Pedro II), para atender a família Orleans. O Palacete dos Príncipes foi projeto peo Frederico Bruestlein

O museu guarda objetos e documentos relacionados ao processo histórico de imigração e colonização do sul do país. O prédio foi projetado em 1870 para servir como administração da Colônia Dona Francisca e foi tombado pelo Iphan em 1939.

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