Mão de obra escrava em Joinville

Mão de obra escrava foi utilizada em Joinville no século XIX. Alguns lotes de terra faziam parte do dote de casamento da Princesa Francisca Carolina irmã de D. Pedro II e que era ocupada por famílias luso-brasileiras, ou seja portugueses vindos da cidade vizinha São Francisco do Sul.

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Fazendas, inclusive muito próximas da região central, como Boa Vista e Bucarein, utilizavam mão de obra escrava para manter o plantio.

Documentos da Escravidão: comércio de escravos em Joinville(clique link)

Registro no tabelionato Rodrigo Lobo cópias de recibos da meia-siza, imposto pago ao governo imperial pago por senhores de escravos ao realizarem transações envolvendo cativos.

Os alemães eram proibidos de ter escravos, conforme determinação da companhia colonizadora, mas isso não quer dizer que, em determinadas situações, eles não tivessem.

Um caso típico era quando um colono casava com uma moça de origem lusa, que podia levar seu escravo – e algumas vezes levavam, já que não estavam habituadas ao trabalho doméstico.

“Os escravos eram herdados. Felizmente essa prática não era bem vista entre a maioria dos colonos alemães, que muito comemoraram o fim da escravatura no Brasil, conforme descreve Carlor Ficker, em seu livro “História de Joinville”

Fontes

  • Foto: Acervo Arquivo Histórico de Joinville
  • Livro História de Joinville – Carlos Ficker

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