De Açores ao Brasil: Ernesto Godinho e os colonizadores de Santa Catarina

Texto de João Ernesto Paes de Barros e Jessika Matos Paes de Barros

Ancestrais de Açorianos.

Como diz Pinheiro (1) os sobrenomes ou nomes de família, surgiram durante a Idade Média, para identificação das pessoas, pois anteriormente, só eram utilizados pelos reis e nobres, para reproduzir os hábitos de personagens importantes, ou, simplesmente, para buscar diferenciação numa época de grande expansão demográfica. As pessoas comuns passaram a utilizar como sobrenomes as designações de seus ofícios ou habilidades, de seus lugares de nascimento, características físicas, nomes de plantas ou animais.

O sobrenome ou nome de família é um patrimônio, uma marca exclusiva que representa toda uma linhagem com ligação com a nobreza ou não. Ernesto Godinho vem de uma família que tem tradição em cultivar o nome de família do costado masculino, pois desde o açoriano da Ilha Terceira (2) Lourenço Godinho (1748), passando por Manuel Godinho Camello (1775), João Godinho (1798), Jozé Godinho Mafra (1829), Agostinho Godinho Mafra (1868), Ernesto Mafra ou Ernesto Godinho, foram cinco gerações, que de certa forma, mantiveram o nome Mafra e Godinho. Durante 143 anos, o costado masculino da família manteve o nome Godinho associando Mafra na maioria das vezes. Somente em 1891, Agostinho, Caquarta geração, resolve estabilizar o patronímico de sua família com o nome Mafra, nominando, assim todos os seus seis filhos, a saber: Ernesto (Godinho Mafra), Maria
Mafra, Rosalina Mafra, Jose Mafra, Antonio Agostinho Mafra, e Agostinho Mafra.

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Contudo observa-se da composição patronímica geral (costado materno e paterno) em sua ascendência a seguinte composição:

Cabe ressalvar que encontra-se levantada sete gerações do costado paterno de Ernesto Godinho, e apenas duas do materno, que é de origem espanhola (Martins e Cuña).

ORIGEM DO NOME GODINHO

O nome de Godinho é muito comum em Portugal, e sua origem remonta a formação do Estado lusitano. O nome provém de família nobre cuja com origem genealógica destaca Dom Godinho Fafe, que serviu Dom Afonso Henriques na Batalha de Ourique, contra os Mouros (1139). No ‘Livros das Linhagens (3) trás por epítome: ‘aui começa o linhegem do conde D. Fafes Sarracins onde vem os Godinhos que vem do nobilíssimo sangue dos Godos’.

A origem da família Godinho é contada ao longo de quinhentos anos pelo livro “Provas da Historia genealógica da casa real portuguesa”, de 1439, em que traz em português da época o epítome: “Aqui se começa a Linhagem do Conde D. Fafes Sarracins de onde vem os Godinhos que vem do nomelissimo sangue dos Godos”.(4)

Portanto, o nome seria o diminutivo dos povos que viviam no norte da Europa povos germânicos, após o Império Romano, século IV e V.5 Naquele livro, Souza, narra que Fafes era casado com a irmã de D. Fernão Mendes o Velho de Bragança. Ele auxiliando o Rei de Portugal na luta contra D. Sancho rei de Castela (6) e participou, também, na mítica e não documentada (7) batalha de Ourique, no atual Baixo Alentejo (sul de Portugal) em 25 de Julho de 1139. onde se defrontaram as tropas cristãs, comandadas por D. Afonso Henriques, e as muçulmanas, em número bastante maior.

Souza traz a lume os pais de Godinho Fafes, dizendo:

D. Fafes Luz (ou D. Fáfila Lucides), veio com o Conde D. Henrique, para
Portugal, foi seu Alferes-Mor, rico-homem muito honrado, marido de D.
Froilhe Viegas (ou D. Dórdia Viegas), Senhora da Quinta de Sequeiros, filha
de D. Egas Pais de Penagate (ou D. Egas Viegas de Penagate, senhor de
muitas terras no Concelho de Prado, Regalados, Entre Homem e Cávado, e
das Quintas de Crasto, Vasconcelos, Dornelas e Sequeiros e fundador do
Mosteiro de Santo André de Rendufe, e de sua mulher, D, Sancha Mendes.
Teve, pelo menos dois filhos: D. Godinho Fafes de Lanhoso, de quem
procedem os Fafes, os Godins e Godinhos e os Álteros(…) (8)

Já na alta idade média, tem-se o registro do nome de Godinho entrecruzando com o de Isabel Álvares (1699), de Evoramonte, aparentada com a Casa de Nuno Álvares Pereira, denominado o Condestável – Comandante supremo das ForçasArmadas do Rei (D. João I). Nuno Álvares, casou a sua única filha D. Beatriz, com D. Afonso, filho bastardo de D. João, dando o casal origem à Casa de Bragança.

A Arma da família está registrada no Livro da Nobreza e Perfeição das Armas, de 1562, cujo escrivão câmara de D. João III, responsável pelo registro e guarda dos livros era António Godinho, o que demonstra penetração da família e proximidade com a alta nobreza.

Família Mafra

Este parágrafo desperta especial interesse, uma vez que nem todos os genealogistas brasileiros citam, e principalmente porque em Lisboa foi pesquisado em todas as fontes possíveis (TT, BN, etc.) sendo que em nenhuma consegui qualquer referência significativa. Em Lisboa a ocorrência é raríssima. Contudo, Segundo o dicionário Genealógico, diz que Mafra é um sobrenome de origem geográfica, relativo à uma vila portuguesa no Distrito da cidade de Lisboa.(10).

As raízes açorianas e portuguesas dos Godinhos e Mafra de Santa
Catarina

Com o trágico fim de D. Sebastião, rei de Portugal, na batalha de Alcácer Quibir, no norte da áfrica, em 1578, onde morreu e jamais foi encontrado seus restos mortais, assumiu a reino de Portugal Felipe I, que era rei de Espanha, gerando a união ibérica.(11).

Sem querer repisar os fatos históricos, vamos apenas traçar os contornos para ensejar a presença dos Godinhos e Mafras em Santa Catarina.

A primeira iniciativa de colonização da região foi espanhola, através de Alvar Nuñes Cabeza de Vaca, em 1541, porém devido a uma série de desventuras, como ataques indígenas, de franceses, naufrágios e oposição portuguesa, não conseguiu se estabelecer, exceto implantar o povoado que depois se transformou na cidade atual de São Francisco do Sul. Em razão disto, consta do Brasão e bandeira do estado um pequeno escudo de família com uma cabeça de vaca em homenagem a este colonizador espanhol.(12).

O arquipélago dos Açores, apesar de conhecida de outros reinados, foi redescoberto por Gonçalo Velho Cabral, conforme a narrativa oficial de Gaspar Frutoso, em 1432. Como eram desabitadas e virgens, foram “de acordo com o espírito religioso da época, diversas ilhas açorianas receberam designações religiosas, nomeadamente, nome de santos”.(13) Mas tarde foram dados novos nomes como a ilha de Jesus, São Dinis e São Luiz, passaram respectivamente a chamar Ilha Terceira, de Faial e do Pico, tendo grande número de seus habitantes imigrado para Santa Catarina, Brasil.

A administração dessas ilhas ocorria como na ilha de Madeira, onde o monarca D. Afonso Henrique, “estava mais interessado nos resultados do que nos processos”(14) atribuía ao donatário autoridade para usufruir dos rendimentos da ilha, o exercício de justiça sobre suas populações. Essas ‘facilidades’ eram atribuídas ao donatário porque as ilhas tinham que ser desbravadas, povoadas, cultivadas e administradas. As primeiras Ilhas constituídas foram a de Santa Maria e São Miguel que foram entregues ao donatário Gonçalo Velho Cabral. A ilha Terceira, de onde migrou a maior quantidade de açorianos para N. Srª do Desterro, hoje Florianópolis, foi administrada pelo holandês Jácomo de Bruges, por cata régia em 1450.(15) Os ancestrais mais antigos localizados foi pelo costado materno de Francisca Joaquina Mafra, esposa de João Godinho, que remonta nomes como de Sebastião Fernandes Camacho, Manoel Manso de Avelar, Antonio Bicudo Camacho, Luiz Rodrigues Cavallinho, entre outros.

Assim, constata-se que Ernesto Godinho é oriundo das primeiras famílias colonizadoras de Santa Catarina, mais especificamente das cidades de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, Laguna e São Francisco do Sul, desta forma, parte da história da colonização e ocupação de Santa Catarina também repercute e encontra eco na sua historia familiar.

Mas de onde vieram esses colonizadores?

Os parentes mais remotos de Ernesto Godinho aportaram no ano de 1660 sendo eles “Manuel Lourenço de Andrade e seu genro Luiz Rodrigues Cavalinho que fundavam a povoação elevada à categoria de cidade em 15 de abril de 1847 e a que foi dado o nome de São Francisco, em louvor ao santo desse nome, o provedor de Assis.”(16) É curioso que sua família é da fundação da cidade de São Francisco do Sul que é considerada uma das primeiras ou, senão, a primeira cidade do estado de Santa Catarina, no que pese terem chegado primeiro nessa região os Franceses, porém foram os portugueses que passaram à frente na administração.(17)

Em 1642, o português Antônio Fernandes obteve uma sesmaria na Ilha de São Francisco, que mais tarde, segundo Conorath:

(…) em 1645 ocorre à primeira ocupação vicentista chefiada por Manoel Lourenço de Andrade, isto não se deu por acaso, pois o interesse era estabelecer domínio até o rio da prata. Veio (Manoel Lourenço de Andrade) com sua família, escravos, homens e armas”. O tipo de ocupação realizada era, em áreas restritas, voltada para a agricultura de subsistência. E Conclui dizendo que em “1658 o povoamento de São Francisco é intensificado com a vinda do genro de Manuel Lourenço de Andrade, o qual se chamava Luís Rodrigues Cavalinho, que veio acompanhado da família; escravos; gados e instrumentos agrícolas.
(18)

Almeida, ao narrar a memória histórica da província de Santa Catarina, diz que Manoel Lourenço de Andrade, que faleceu em 1665, “foi seu primeiro Capitão mor”(…) e que:

No dia 3 de Dezembro de 1660 entrou pela barra do Rio S. Francisco Xavier, com seu genro Luiz Rodrigues Cavallinho, fazendeiro rico, e mais alguns casaes portugueses vindos de S. Vicente, com poderes do Marcaez de Cascaes de povoar, e repartir as terras com elles, e outros que fossem chegando, e lho requeressem. Este Capitão Mór fundou primeiramente a Villa (hoje Cidade) na barra do Rio Paranaguá-Mirim; mas logo conhecendo a imporpriedade do lugar, mudou o estabelecimento para junto do Rio Paraty, no lugar hoje denominado Olaria.(…) (19)

Luiz Rodrigues Cavallinho (20) (décimo avô de Ernesto) foi casado com Paula Maria, conforme consta da Genealogia Paulistana de Leme (21), e o segundo casamento foi com a filha de Manoel Lourenço de Andrade, Izabel Rodrigues Velho.(22) Almeida, ainda relata que “foi quando surgiu, possivelmente depois de 1700, Manoel Manso de Avelar, lisboeta, casado em S. Francisco com Urbana Rodrigues Velha, possivelmente da mesma família de Izabel Rodrigues Velha, mulher de um dos primeiros povoadores de S. Francisco, Luiz Rodrigues Cavallinho”.

Manoel Manso de Avelar, natural de Lisboa (1662), filho de Domingas Antunes de Mira, casou com Urbana Rodrigues Velha (ou Urbana Roiz Velha) que era filha de Manuel Velho Rangel, filho de Luis Rodrigues Cavallinho (fal. 1659) e Isabel Rodrigues Velho, casado com Isabel Rodrigues de Mira. Isabel é filha de Manoel Lourenço de Andrade (fal. 1665), fundador de São Francisco do Sul (Testamento em 19.10.1663) casado com Maria Coqueiro (23).

Outros colonos tentaram sobreviver nessa região, como o dos franceses, porém não prosperaram e parte de sua população retornou para frança e parte foi para São Francisco do Sul.

Outros ascendentes de Ernesto Godinho também são narrados por Nascimento quando descreve a rede de políticos que entrelaçavam interesses corporativos e da coroa, dizendo que na “linhagem dos Capitães-Mores de São Francisco do Sul formava o centro da nobreza local. Sebastião Fernandes Camacho,(24) Capitão-Mor de São Francisco do Sul de 1733-1755 casado com Margarida de Siqueira e Avelar, filha de Manoel Manso de Avelar e de Urbana Rodrigues Velho.(25). O casamento de Sebastião Fernandes Camacho ocorreu em Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis, SC, no dia 25/10/1714, ministrado:

perante o Padre Frei Thomé Bueno sendo vigário desta paróquia, em face de Igreja se recebeu Sebastião Fernandes Camacho com Margarida de Siqueira. Foram testemunhas João Lopes Biscardo e Domingos de Carvalho Quintal, Merencia Godinha e Sebastião Fernandes Camacho. E não se continha mais no assento que estava no caderno, que lancei neste livro para a todo o tempo constar. O Vigário Francisco Justo Santiago.
(26)

Manoel Manso de Avelar (heptavô) nasceu por volta de 1662, na Vila de Lorna, Lisboa, Portugal, foi casado com Urbana Rodrigues Velho.(27) Segundo Boiteux,(28) o sargento-mor Manuel Manso de Avelar, um dos mais importantes homens de prestígio e de mando na ilha de Santa Catarina. Esse prestígio é comentado por Cardoso, que reproduziremos abaixo uma síntese.

Diz Cardoso que Manuel Manso de Avelar, o sargento-mor da Ilha de Santa Catarina é tipificado como exemplo das possibilidades de projeção social, política e econômica que estavam abertas aos novos ocupantes das terras catarinenses.

É exemplar não apenas por ele ter conseguido figurar facilmente entre os “melhores da terra” (que ocupava os principais postos de governança), mas também por se denotar com maior prestígio e reconhecimento social. A sua projeção social “seguiu
certamente a orientação dos ideais do homem nobre dos trópicos, ou melhor, dos
“subtrópicos” da América portuguesa, como diria João Fragoso. (29)

O percurso individual de Manuel Manso também permite desvelar as estratégias que poderiam ter sido engendradas por aqueles que chegavam ao meridional português, a fim de integrar os grupos hegemônicos locais no principiar do século XVIII.

Ele fazia parte da elite, que participou da elevação do povoado à condição de Vila em 1726 e da criação da Câmara Municipal, oportunizando ocupar os cargos de governança da incipiente Ilha de Santa Catarina. A patente de sargento-mor que o qualificou como um dos principais homens de governo do litoral da capitania de Santa Catarina, fora expedida provavelmente pelo então governador da capitania de São Paulo, D. Rodrigo Cesar de Menezes. Nesse momento, a estrutura político-dministrativa do povoado do Desterro era muito simples e não havia ainda a Câmara Municipal e os postos de governo eram ocupados por aqueles que assumiam as funções militares. No entanto, a respeito da instituição do primeiro cargo oficial de capitão, que era o das Tropas de Ordenanças, se deu somente no ano de 1720.

O exercício desse comando militar ante a situação administrativa simples a sua autoridade não era diminuta, sobretudo na esfera do poder local. Segundo o explorador francês Amédée Frézier, o mesmo citado no capítulo anterior, quando da sua chegada na Ilha, fora ele recebido pelo então “governador da Ilha” que se chamava “Emanuel Mansa”, a quem a maioria dos historiadores atribuem por ser o próprio Manuel Manso de Avelar. Com base nisso, o título de governante que o viajante europeu usou para qualificá-lo pode demonstrar o lugar preponderante que ele ocupava naquela comunidade.

Manuel Manso deve ter-se casado com Urbana Rodrigues Velha logo após chegar à América portuguesa. Ela era natural da Vila do Rio de São Francisco. Urbana Rodrigues era filha de Manuel Velho Rangel e Isabel Rodrigues de Mira. O historiador Lucas Boiteux suspeita que ele, Manuel Velho, tivesse ocupado o cargo de juiz ordinário da vila, no ano de 1678.30 O cargo de juiz ordinário era um dos ofícios ligados à Câmara Municipal e que tinha como principal atribuição a organização da justiçalocal.

Portanto, sem dúvida, o casamento com Urbana Rodrigues serviu de algum proveito ao imigrante português recém-chegado Manuel Manso de Avelar. Em contrapartida, os seus valores naturais, por ser português nato, provavelmente influenciou positivamente suas núpcias com Urbana Rodrigues Velha.

Escrevendo sobre a família “Velho Rangel”, o historiador Henrique da Silva Fontes os considerou entre os primeiros ocupantes da Ilha, que estariam entre os casais que desceram com Antônio Bicudo Camacho. No ano de 1714, em um dos primeiros registros do livro de casamentos da paróquia do Desterro, encontramos o casamento de Margarida de Siqueira, filha de Manuel Manso de Avelar, com Sebastião Fernandes Camacho, um dos filhos do então capitão Antonio Bicudo Camacho que veio primeiramente a ocupar as terras das imediações da Ilha de Santa Catarina, em fins do século XVII.

Pelo quadro familiar acima, pode-se perceber que os matrimônios que envolviam a sua pessoa (com Urbana Rodrigues Velha) e os das suas duas filhas Isabel Rodrigues Mira e Margarida de Siqueira, o ligavam à maior parte da elite desterrense.

Em janeiro de 1725, D. Rodrigo Cezar de Menezes, presidente da capitania de São Vicente (atual São Paulo) “escreveu uma carta a Manuel Manso a fim de que este preparasse o povoado para a recepção do ouvidor de Paranaguá que iria conduzir a solenidade da elevação do Desterro à condição de vila, que passaria a ter câmara municipal(…)”.(31)

O serviço a ser prestado ao poder central reforçava sua legitimidade sobre o espaço de governo da Ilha de Santa Catarina. Todo esse poder, prestigio, concentração de poder e influência acontecia sob a sombra da coroa portuguesa, que por sua vez contava com o apoio daquela elite, e de sua rede familiar e parentesco para ocupar e defender as terras desabitadas da parte meridional do seu continente, conclui Cardoso.

Ficou registrada a participação política, em 13 de julho de 1640, quando assinaram o termo de expulsão dos padres jesuítas do Brasil, entre uma centena de autoridades da colônia: Manuel Manso de Avelar, Antonio Bicudo Camacho, Sebastião Fernandes Camacho, Pedro Vaz de Barros entre outros.(32).

Segundo Fontes, “de Manuel Manso de Avelar e de Urbana Rodrigues Velha são conhecidas três filhas: Clara mansa de Avelar, Isabel Rodrigues Mira e Margarida de Siqueira (…).(33) E, Margarida Siqueira, filha de Manuel Manso de Avelar, casou-se em 23 de julho 1744 em Desterro, SC, gerando a: Anna Antonia de Siqueira. (34)

A maioria que chegou à província de Santa Catarina entre 1748 e 1756 eram colonos açorianos que vinham para a província de Santa Catarina em diversos pontos da região costeira como São Miguel, e Nossa Senhora do Desterro. Esses colonos traziam uma forma de pensar próprios, como salienta Mendonça quanto a estrutura social que os forjara:

na primitiva sociedade açoriana, as diferenças sociais praticamente não existiam. As ilhas haviam sido povoadas essencialmente por pessoas das classes menos abastadas, desejosas de receber terras e de as explorar livremente, som as pesadas obrigações senhoriais que vigoravam no continente. (35)

Contudo a situação não foi fácil no arquipélago dos Açores. As razões que motivavam as pessoas a saírem da ilha, eram a fome, a miséria, e as doenças, condições precárias de vida, e a “atitude de abandono (absenteísmo) em relação às suas capitanias e demais bens pessoais, atitude que depois foi imitada por diversos senhores locais”,(36)
por parte dos donatários, que passavam décadas no continente.

Se não fossem poucos os motivos, no século XVII, a economia deteriorou drasticamente e açores passou a comercializar menos com Europa e mais com o Brasil, vendendo aguardente, farinha e vinho e importando tabaco e açúcar.(37)

Como diz Mendonça, as ilhas montanhosas açorianas são exportadoras de homens. “ao longo do Séc. XVIII, a emigração açoreana para terras brasileiras torna-seia mais egular, sendo agora dirigida para as regiões meridionais daquela colônia”.(38)

Estando nessa situação, e sendo dado a saber que a terra no Brasil era generosa, e que possuía ouro, pedras preciosas, o atrativo estava posto. Assim, em agosto de 1746, D. João V, divulgou no arquipélago que a coroa iria oferecer uma série de vantagens aos casais que decidissem migrar para o sul do Brasil, como diz Miranda:

Em 1747, Feliciano Velho Oldenbourg, o fundador da companhia de comércio denominada Companhia da Ásia Portuguesa, fechou um contrato com o governo português para transportar , para o atual Estado de Santa Catarina, as cerca de 4.000 famílias açorianas que atenderam ao edital de D. JOÃO V. A maioria delas emigrou porque a miséria grassava no Arquipélago, resultado do fraco desenvolvimento das ilhas na produção do trigo e do pastel, uma planta tintureira, outrora as suas maiores riquezas.(39)

Foi nessa onda migratória que chegaram os casais e tetravôs de Ernesto, Lourenço e Ana Maria e Bartholomeu Novaes e Maria da Conceição que somaram aos demais que já estavam em Santa Catarina. Da quarta geração para baixo todos já haviam nascido em solo brasiliero, assim Josefa Antônia40, era natural de Nossa Senhora do Desterro, Ilha de Santa Catarina, filha de João Antonio Siqueira41, natural e batizado na freguesia de Salvador do Tourante, Bispado de Santiago da Galiza42, neto de Domingos Siqueira e de Francisca Gonçalves.

João Antonio Siqueira cousou com Margarida Soares de Syrqueira, natural de Nossa Senhora do Desterro43, filha de Sebastião Fernandes Camacho e Margarida de Siqueira.

Este heptavô, de Ernesto, Sebastião Fernandes Camacho foi um dos primeiros colonizadores de Santa Catarina. Filho do Cap. Antonio Bicudo Camacho (44), natural de São Paulo, neto de Cap. Fernando de Camargo (45), de alcunha “o Tigre”, nascido entre 1595 e 1610, Piratininga, falecido entre 1678 ou 79, São Paulo, SP. Sebastião Fernandes Camacho casou com Mariana do Prado46 em São Paulo, em 1627. O bisavô de Sebastião pelo costado paterno é o navegador Jusepe Ortiz de Camargo, espanhol, natural de Castrogeriz, província de Burgos, que veio para São Paulo na armada de Diogo Flores Valdes, entre 1582 e 1583, casando, em São Paulo, com Leonor Domingues Carvoeiro(47). É trineto de Francisco de Camargo e de sua mulher Gabriela Ortiz (ou Beatriz de la Peña, conforme Carvalho Franco), naturais de Castela, tetraneto de Luiz Dias de Camargo e Beatriz de la Peña.(48)

Esses colonos recebiam doações de terras tanto na ilha quanto no continente, e o que não faltaram foram dificuldades que começavam pelas péssimas condições da viagem passando pela adaptação à terra e defesa contra ataques indígenas. Não havia glamour para os colonos chegando de viagens cansativas, com toda sorte de inconvenientes. A maior parte chegava com parcos recursos e muita força de vontade para fixar-se à região, pois não havia outra alternativa a não ser construir sua vida, numa sociedade solidária com um centro urbano para fazer negócios. Dessa leva migratória vieram Lourenço Godinho e sua esposa Anna Maria, ambos de Ilha Terceira, e suspeita-se que Bartholomeu Novaes e Maria da Conceição; João Ferreyra Cabral e Anna da Trindade e Antônio Gonçalves e Joana Francisca teriam vindo dos Açores.

Genealogia Açoriana em Santa Catarina-BRA do costado de Lourenço Godinho Lourenço Godinho, natural da Freguesia da Praia da Ilha Terceira, cidade de Angra, Açores, casado com Anna Maria, natural da Freguesia de Nossa Senhora da Candelária da Ilha do Pico, Bispado de Angra, geraram a:

  1. Manoel Godinho Camello (Capítulo 1);
  2. José Antônio Godinho (Capítulo 2);
  3. Maria Antônia do Rosário (Capítulo 3); e
  4. Joaquina Rosa de Jesus (Capítulo 4).

Capítulo 1 Manoel Godinho Camello

Manoel Godinho Camello(49), Açoriano, casado com Joanna Roza Conceição, gerou:

1. Angelica Rosa, nascida em SD, natural de Santo Antônio de Lisboa, casada em 24/01/181950, (Livro de Casamentos de Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, 1806- 1846, 067) com João Antonio de Siqueira, batizado em 06/06/1796 em Santo Antônio de Lisboa, falecido em data desconhecida, filho de José Antonio de Siqueira e de Rosa Maria da Incarnação.

2. Antonio Godinho, natural de Santo Antônio de Lisboa, casou em 07/05/1809 com Thereza Roza da Encarnação, natural de Santo Antônio de Lisboa, filha de Domingos Antonio Sanct’Yago e de Margarida Antonia (Livro de Casamentos de Nossa Senhora das Necessidades 1806-1846, 030), gerou a:
2.1 Faustino José Godinho, Nascido no dia data desconhecida, falecido em data
desconhecida, casado com Leandra Luiza da Silva, Nascida no dia data desconhecida, falecida, data desconhecida, gerou a:
2.2 Maria, Nascido(a) no dia 10 Dez 1846, Batismo em em 140/2/1847, Canasvieiras,Florianópolis, SC, falecido(a), data desconhecida,.

2. Joanna Roza, natural e batizada na Freguesia de Santo Antônio de Lisboa, casada em Florianópolis, SC, (Livro de Casamentos de Nossa Senhora do Desterro, Casamentos 1809-1839, 197) em 03/02 1827, com João Antonio da Costa, filho legítimo de Manoel da Costa Vieira e de Joaquina Roza, com Joanna Roza (sic), filha legítima de Manoel Godinho Camello e de Maria Joaquina (sic). natural e batizado na Freguesia de Nossa Senhora das Necessidades, Nascido(a) no dia 5 Jan 1799, falecido(a), data desconhecida,.

3. Maria, Batismo em 1782, natural de Florianópolis, SC, Santo Antônio de Lisboa, (Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1781-1790, 181) em 16/06/1782, Maria, filha de Manoel Godinho, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Necessidades, e de Joana Roza, natural da mesma. Avós paternos Lourenço Godinho, natural da Freguesia da Praia da Ilha Terceira, cidade de Angra, e Ana Maria, natural da Freguesia de Nossa Senhora da Candelária da Ilha do Pico, Bispado de Angra. Avós maternos Barthollomeu Novaes, natural da Ilha Graciosa, Bispado de Angra, e Maria da Conceição, natural da mesma localidade.

4. Anna, Batismo em 20/06/1784, falecido(a) em data desconhecida, Santo Antônio de Lisboa (Nossa Senhora das Necessidades, Livro batismo, 225).

5. Jose Antonio Godinho, Nascido(a) no dia 15/01/1788, Batismo 28/01/1788, natural de Santo Antônio de Lisboa, SC, (Nossa Senhora das Necessidades Livro de Batismos 1781-1790, 061), sendo seus avós paternos Lourenço Godinho e Anna Maria, e maternos Bartholomeu Novaes e Maria da Conceição, naturais da Ilha Gracioza. Padrinhos: Paulo Francisco e Josefa Maria das Chagas, solteiros, casou-se em Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades à 02/01/1813 (Casamentos 1806-1846, 039) com Maria Antonia do Sacramento, natural de Santo Antônio de Lisboa, Nascido(a) no dia 11/07/1792, falecido(a) em data desconhecida, filha de José Antonio de Siqueira e de Rosa Maria. Gerou:
5.1 . Maria, nascido(a) no dia 09/12/1814, falecido(a), data desconhecida.

6. João Godinho, nascido no dia 24/06/1798, Santo Antônio de Lisboa (Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806) falecido em data desconhecida, casou-se em Santo Antônio de Lisboa (Nossa Senhora das Necessidades), aos 20 Dez 1827, com Francisca Roza da Encarnação, passando a assinar Francisca Joanna Mafra, Nascido(a) no dia 12/11/1808, testemunharam o casamento: Guilherme Francisco Mafra e Gabriel Antonio dos Santos (Ficha UFSC), filha de José Ferreira Cabral e Joana Antônia Mafra nascida 20/03/1781, neta pela linha paterna de Mateus Ferreira Cabral e Maria dos Anjos, e bisneta de João Ferreyra Cabral e Anna da Trindade. Pela linha materna neta de José Francisco Gonçalves Mafra, natural de Turcifal, Torres Vedras, Lisboa, Portugal, casado com Josefa Antônia natural de Nossa Senhora do Desterro (Livro de Batismos 1751-1753, 022.) Ilha de Santa Catarina, filha de Joan Antonio de Syrqueyra (sic), que passou a assinar com o casamento ‘João Antonio Siqueira’, natural e batizado na freguesia de Salvador do Tourante, Bispado de Santiago da Galiza (51), neto de Domingos Siqueira e de Francisca Gonçalves, e de sua esposa Margarida de Syrqueira, natural de Nossa Senhora do Desterro (Livro de Batismos 1751-1753, 010), filha de Sebastião Fernandes Camacho e Margarida de Siqueira. Este Bisavô de Francisca Joanna Mafra, Sebastião Fernandes Camacho é filho do Cap. Antonio Bicudo Camacho52, natural de São Paulo, neto de Cap. Fernando de Camargo53, de alcunha “o Tigre”, nascido entre 1595 e 1610, Piratininga, falecido entre 1678 ou 79, São Paulo, SP, casa em São Paulo, em 1627, com Mariana do Prado, falecida em 1688, São Paulo, SP, filha de João de Santa Maria, natural de Castela, e de sua mulher Philipa do Prado. Trineto pelo costado paterno de Jusepe Ortiz de Camargo, espanhol, natural de Castrogeriz, província de Burgos, veio para São Paulo na armada de Diogo Flores Valdes, entre 1582 e 1583, casou em São Paulo, com Leonor Domingues Carvoeiro, f. de Domingos Luiz e Ana Camacho, falecida com testamento em 1613, SP. Pais de: (DB.98, 100, PP.33 e SL.1.178). tetraneto de Francisco de Camargo e de sua mulher Gabriela Ortiz (ou Beatriz de la Peña, conforme Carvalho Franco), naturais de Castela, pentaneto de Luiz Dias de Camargo e Beatriz de la Peña(54).

E pela linha materna da sua bisavó, Margarida Soares de Siqueira, é trineta de Manoel Manso de Avelar, natural de Lisboa (1662), filho de Domingas Antunes de Mira. Manoel casoucom Urbana Rodrigues Velha (Urbana Roiz Velha) que era filha de Manuel Velho Rangel e Isabel Rodrigues De Mira, e neta pela linha paterna de Luis Rodrigues Cavallinho (fal. 1659) cc. Isabel Rodrigues Velho, filha de Manoel Lourenço de Andrade (fal. 1665), fundador de São Francisco do Sul (Testamento em 19.10.1663) casado com Maria Coqueiro. João Godinho e Francisca Joanna Mafra, geraram:

6.1 José Godinho Mafra, nascido em casou-se em São José, SC (S034] Registros da
Igreja Matriz de São José, SC, (São José, Casamentos 1848-1860, 060v) em 13/01/1885, na
Matriz da Vila de São José, com Maria Joaquina Francisca, filha de Jozé Antonio de
Siqueira e Joaquina Rosa de Jesus, gerou:
6.1.1. Manoel Godinho Mafra55
, lavrador, casado com Maria Ignacia de Jesus56, filha
de Israel Antonio de Jesus e Maria do Prazeres Varella, gerou:
6.1.1.1. Agustinho Godinho Mafra, natural de São João Batista, SC, Nascido(a) no
dia 30/11/1890 (Nascimentos 1889-1900, 045, 129), fal. em 07/12/1890, Declarante:
o pai.
6.1.1.2. Belmiria, Nascido(a) no dia 18/09/1891, 31/03/1892, padrinho Padrinhos:
Josefino Godinho Mafra e Nossa Senhora, falecido(a), data desconhecida,.
6.1.2. Josefino Godinho Mafra, analfabeto, casado com Maria Manoela da Silveira,
filha de Manoel Antunes de Faria e Maria Bernarda da Silveira, gerou:
6.1.2.1. Manoel, Nascido(a) no dia 20 Nov 1893, São João Batista, SC São João
Batista, SC, (Livro de Batismos 1888-1905, 112, 009) Padrinhos: José Godinho
Mafra e M. Joaquina de Jesus. fal. 02/02/1895. Declarante: o pai.
6.1.3. Maria, nascido(a) no dia 26/11/1857, falecido(a), data desconhecida, Batismo em
26/12/1857, Biguaçu, SC (São Miguel, Livro de Batismos 1855-1858, 074). Maria,
nascida há 1 mês, filha de José Gudinho Mafra e de Maria Joaquina de Jesus. Padrinhos:
Bartolomeu Furtado Antunes e Maria Joaquina.
6.1.4. Rosalina, nascida no dia 14/04/1861, falecida, data desconhecida, Nascimento
Batismo 14/05/1861 em Biguaçu, SC (São Miguel, Livro de Batismos 1858-1861, 047),
Rosalina, nascida há 1 mês, filha de José Godinho Mafra e de Maria Joaquina Rosa.
Padrinhos: Manoel Furtado Martins e Maria Rosa de Jesus.
6.1.5. Joaquina, Nascido(a) no dia 27/06/1862, falecido(a), data desconhecida,
Batismo em 27/09/1862 Biguaçu, SC (São Miguel, Livro de Batismos 1861-1863,
028), Joaquina, nascida há 3 meses, filha de José Godinho Mafra e de Maria Joaquina.
Padrinhos: Antonio Cardoso da Silva e Maria Francisca.
6.1.6. Agostinho Godinho Mafra, Nascido(a) no dia Fev 1868, falecido(a) em data
desconhecida, casou-se em Porto Belo, SC (Casamentos 1889-1896, 081, 036) em
26/04/1891, com 28 anos, lavrador, com Geraldina Martins da Cunha, com 19 anos,
solteira, filha de Manoel Antonio Martins, já falecido, e de Maria José de Cunha,
residente em Zimbros, geraram:
6.1.6.1. Ernesto Mafra (Ernesto Godinho) (57) Nascido(a) no dia 28.11.1892 (alterado para 1898), em Zimbros, próximo de Porto Belo SC. fal. 18.3.1963, casouse em Cuiabá, com Rosa Izabel Rosa, passando a assinar Rosa Izabel Godinho, filhade José Maria Monteiro D’Aguiar e Feliciana Antonia Monteiro D’Aguiar. Desse relacionamento nasceu:
6.1.6.1.1. Nemézio Godinho nasceu em Cuiabá no dia em 1931, casado com
Felizarda Guimarães Godinho, Mineiros, Goiás, gerou:
6.1.6.1.1.1 Rosa Guimaraes Godinho, geógrafa, professora universitária e
pesquisadora, casou com geração de filhos.

6.1.6.1.1.2 Virgelina Guimaraes Godinho enfermeira, servidora pública
estadual, casou com geração de filhos.
6.1.6.1.1.3 Miguel Ernesto Guimaraes Godinho, natural de Cuiabá,
nasceu em 06/07/62 empresário na cidade de Loanda-PR, casado com Katia
Cybeli Minini Gomes Guimaraes Goudinho, natural de Loanda-PR,
nascida em 07/06/68, filha de Luiz Gomes Villar e Guiomar Minini
Villar,Gerou:
6.1.6.1.1.3.1. Maria Gabriela Gomes Godinho, natural de Loanda,
nascida em 30/11/95, estudante de Direito, solteira.
6.1.6.1.1.3.2. Joao Guilerme Gomes Godinho, natural de Cuiabá,
nascido em 20/09/99, estudante, solteiro.
6.1.6.1.2. Noyva Isabel Godinho (assina Noyva Godinho Paes de Barros), natural de Cuiabá, nescida a 04/12/1935, aposentada, casada com Públio Paes de Barros, natural de Cuiabá, nascido em 01/01/1931, filho de João Paes de Barros e Ruth Dias de Barros, ambos de Cuiabá, gerou:
6.1.6.1.2.1 Thânea Paes de Barros, natural de Cuiabá/MT (30/07/1953),
professora, radialista e Bacharela em Turismo pela Faculdade Afirmativo.No
primeiro casamento, casou-se em Cuiabá (0603/1971) com Libânio Zacarias
de Campos Filho, natural de Acorizal/MT, advogado (13/03/1937), filho de
Libânio Zacarias de Campos e Rosa Águida de Campos. Gerou 3 filhos:
6.1.6.1.2.1.1 Libânio Zacarias de Campos Neto, conhecido como Junior(58), natural de Cuiabá/MT (02/12/1971), graduado em Enfermagem com especialidade em Traumas pela Faculdade de Elverum- Noruega. Casou-se em 06/12/1997 em Magnor/Noruega com Kjersti Rundgren de Campos, natural de Kongsvinger (12/02/1977),filha de Marianne Rundgren e Rolf Rundgren, é Vernepleier (um tipo de Assistente Social) formada pela Faculdade de Akershus- Noruega. Residem em Skotterud na Noruega. Gerou 2 filhos:
6.1.6.1.2.1.1.1 Daniella de Campos, natural de Kongsvinger-NOR (11/05/2006).
6.1.6.1.2.1.1.2 Gabriel de Campos, natural de Kongsvinger-NOR (21/04/2009).
6.1.6.1.2.1.2 Moisés de Campos, natural de Rondonópolis/MT, nascido prematuramente em fevereiro de 1973, faleceu dia três horas após o nascimento. (Este nome foi dado a ele pela enfermeira).
6.1.6.1.2.1.3 Hilen Hely Paes de Barros Campos, natural de Cuiabá/MT (10/11/1974) empresário na área de comunicação social“Playmix Produtora” ganhador de vários prêmios de qualidade na TVCA 2012.casou-se em 09/11/1996 com Darlene Terezinha
Dall´Apria Paes de Barros Campos, natural de Sinop/MT(03/1980), filha de Beloni Terezinha Dall´Apria e Darlei José Dall´Apria,formadaem Ciências Contábeis pela Centro Universitário UNIRONDON, gerou:
6.1.6.1.2.1.3.1 Phelipe Dall´Apria Paes de Barros Campos, natural de Cuiabá/MT (10/02/1997).
6.1.6.1.2.1.3.2 Daniel Dall´Apria Paes de Barros Campos, natural de Cuiabá/MT (23/10/2008). O segundo casamento de Thanea foi em 20/07/1985 com João Baptista do
Carmo, radialista, natural de São José do Rio Preto – SP ( 24/07/1953) em dia 09/08/1980, filho de Juvenal Baptista do Carmo e Maria do Carmo Lisboa Gerou dois filhos:

6.1.6.1.2.1.4 João Vitor Paes de Barros do Carmo, natural de Cuiabá/MT (25/05/1983), bacharel em Sistemas de Informação pela Faculdades Integradas de Cuiabá, especialista em Análise e Projeto de Sistemas Orientados a Objeto. Solteiro.
6.1.6.1.2.1.5 Priscila Paes de Barros do Carmo, natural de Cuiabá/MT ( 17/09/1986), graduanda em Direito no Centro Universitário UNIRONDON, solteira.
6.1.6.1.2.2 Susan Katlen Paes de Barros Veras de Carvalho, natural de Cuiabá/MT (25/01/1956), bacharela em Direito com especialização em Direito Civil e Processual Civil. Casada com Dorgival Veras de Carvalho (21/02/1979), natural de São José do Egito/PE (20/01/1951), filho de Odeval de Carvalho Lima e Maria Zélia Veras de Carvalho, é Economista, Advogado, exerceu os cargos de Procurador do Estado de Mato Grosso e Procurador Geral do Estado de Mato Grosso. Gerou três filhas:
6.1.6.1.2.1.1 Rachel Paes de Barros Veras de Carvalho, natural de Cuiabá MT (29/07/1983) e, chamada à presença do nosso Deus, no dia 27 de maio de 1984.
6.1.6.1.2.1.2 Roberta Paes de Barros Veras de Carvalho, natural de Cuiabá/MT (28/12/1985), graduada em Direito pela UIVAG,advogada, assessora do Ministério Público de Mato Grosso, com pós-graduação em Direito Civil e Processual Civil e Direito Penal e Processual Penal, bilíngue com Curso de English no Instituto da Língua Inglesa, Fisk e em Brighton, na Inglaterra, solteira.
6.1.6.1.2.1.3 Sarah Paes de Barros Veras de Carvalho, natural de Cuiabá/MT (19/10/1989), graduada em Direito Pela Universidade de Cuiabá, advogada, exercendo sua função no escritório “Correa da Costa Advogados”, bilíngue com Curso de English no Instituto da Língua Inglesa, Fisk e em Brighton, na Inglaterra, solteira.
6.1.6.1.2.3 Yva Paes de Barros, natural de Cuiabá/MT (18/11/1958) graduada em Ciências Contábeis pela Faculdade Candido Rondon, mestre em Controladoria e Contabilidade pela Universidade de São Paulo – USP, empresária, casada com Sebastião Fortunato Junior, natural de Presidente Prudente/SP, professor e mestre em Geografia. Gerou de seu primeiro casamento com Julio Cesar Pereira Pinto:
6.1.6.1.2.1.1 Karina Paes de Barros Pereira Pinto, natural de Cuiabá/MT (22/03/1986), graduanda em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Mato Grosso, trabalhando atualmente comoAgente Fiscal de Defesa Agropecuário e Florestal, solteira.
6.1.6.1.2.1.2 Thiago Paes de Barros Pereira Pinto, natural de Cuiabá/MT (15/04/1987), graduado em Ciências Contábeis pela Universidade de Cuiabá, Atualmente trabalha na FAMATO como supervisor de arrecadação, convive com Ana Karolina Constança da
Guia, natural de Cuiabá (26/06/1986), filha de Helio Alves da Guia e Joranice Constança Silva da Guia, graduanda do curso de Direito, assistente de Recursos Humano. Sem geração.

6.1.6.1.2.1.3 Karolina Paes de Barros Pereira Pinto natural de Cuiabá/MT (19/07/1989), estudante, solteira.

6.1.6.1.2.4 Públio Paes de Barros Junior, natural de Cuiabá/MT(30/08/1962), bacharel em Direito pela Faculdade Afirmativo, empresário setor gráfico ‘Formulários Paes de Barros’, atualmente trabalha no SINE.Primeiro casamento foi com Débora Seixas Paes de Barros natural de Cuiabá/MT, filha de Manoel Seixas e Ruth Barros Seixas, gerando um filho:

6.1.6.1.2.1.1 Públio Paes de Barros Neto, natural de Cuiabá/MT (30/04/1990), é músico e professor de música no Conservatório Musical Dunga Rodrigues. Solteiro. Com Soneid Terezinha Magnani, não teve geração. Com Amanda Aparecida Vieira, natural de São Manoel/SP (15/10/1978), gerando:
6.1.6.1.2.1.2 Rachel Vieira Paes de Barros, natural de Cuiabá/MT (19/05/1997), estudante, solteira. No segundo casamento Públio casou com Andressa Rosin Paes de Barros natural de Rondonópolis/MT (03/02/1980), graduada em Psicologia pela
Universidade de Cuiabá, Psicóloga na Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Cidadania SINE (SETEC). Sem geração.
6.1.6.1.2.5 João Ernesto Paes de Barros, natural de Cuiabá/MT (03/02/1964), bacharel e licenciado em Geografia, bacharel em Direito e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso, advogado e professor universitário, casado com Jessika Matos Paes de Barros, natural de São Paulo/SP (02/01/1071), professora da Rede Estadual de Ensino, Pedagoga e bacharela em Direito pela Universidade de Cuiabá, professora
universitária, Mestre em Educação pela Universidad de Cienfuegos/Cuba e pela UNOEST Universidade do Oeste Paulista, doutoramento em curso em Educação pela Universidade de Lisboa e em Direito pela Universidad de Burgos. Sem geração. Foi casado com Adriana Barroso de Azevedo, natural de Cuiabá/MT (27/03/1970), graduada em Pedagogia e Doutora em Comunicação. Gerou 2 filhos:
6.1.6.1.2.1.1 Gustavo Paes de Barros, natural de Cuiabá/MT (18/07/1990) músico, graduado em Comunicação Social – Cinema Digital pela Universidade Metodista de São Paulo, solteiro.

6.1.6.1.2.1.2 Rafael Paes de Barros, natural de Cuiabá/MT (23/08/1995), estudante, solteiro.
6.1.6.1.3. Noyde Isabel Godinho (Noyde Wenck), nasceu em Cuiabá, batizada
casada com Edmundo José Wenck, gerou:.
6.1.6.1.3.1. Edmundo José Wenk, Analista de Sistemas e graduando em Direito, foi cc Maristela , gerou,
6.1.6.1.3.1.1 Larissa Wenck, natural de Joinville, estudante e solteira.
6.1.6.1.3.1. Patricia Wenck Ribeiro, n. em Joinville, 04/02/1975, cc Ricardo Ribeiro, n. 19/01/1975, gerou:
6.1.6.1.3.1.1 Diego Ribeiro, n. de Joinville, n em , estudante.
6.1.6.2. Maria Mafra, gerou:
6.1.6.2.1. Zilda.
6.1.6.3. Rosalina Mafra, casada com Joca, gerou:
6.1.6.3.1 José (Mora em Tijucas, na Rua das Carreiras. (Vende farinha de mandioca).
6.1.6.4. Jose Mafra,
6.1.6.5. Antonio Agostinho Mafra, Nas. 13/02/1897, Fal. 06/06/1987, contraiu a 1ª Casamento com Maria da Anunciação Beirão Raffs, com 21 anos casou-se pela 2º vez com Etelvina Francisca Silveira, em 27/04/1918, em Tijucas, SC, com 23 anos (São Sebastião, Casamentos 1902-1921, 112, 046), filha legítima de Joaquim Silveira Machado e Joaquina Francisca Silveira. Ambos solteiros naturais [da] paróquia. e em 06/11/1930, casou-se pela 3º vez, com Júlia Gonçalves, gerou: Do 1º casamento com Maria da Anunciação Beirão Raffs:

6.1.6.5.1. Antonio (Era delegado. Foi assassinado no Mato Grosso.)
6.1.6.5.2. Hamilton, gerou:
6.1.6.5.2.1. Marnio
6.1.6.5.2.2. Marcia

6.1.6.5.2.3. Marcelo
6.1.6.5.3. Adilson Mafra, gerou:
6.1.6.5.3.1. Marcos
6.1.6.5.3.2. Maikon
Do 2º casamento, com Etelvina Francisca Silveira:
6.1.6.5.4. Aldo Silveira Mafra, casado com Maria Amorim da Silva, gerou:
6.1.6.5.4.1. Etelvina
6.1.6.5.4.2. Evaldo
6.1.6.5.4.3. Eraldo
6.1.6.5.4.4. Elsio da Silva Mafra
6.1.6.5.5. Alcires Silveira Mafra, casada com Antonio Eliziario Silveira.
6.1.6.5.6. Laci, casado com Maria da Glória Laus, gerou:
6.1.6.5.6.1. Edison
6.1.6.5.6.2. Eriberto
6.1.6.5.7. Sebastião Silveira Mafra casado com Doralice Francisco, gerou:
6.1.6.5.7.1. Odair Sebastião Mafra
6.1.6.5.7.2. Odelir Sebastião Mafra
6.1.6.5.8. Edio Silveira Mafra, casado com Odail Caldeira, gerou:
6.1.6.5.8.1. Alcires Mafra
6.1.6.5.9. Arno, natural de São João Batista, SC, Nascido(a) no dia 03/11/1923
(Nascimentos 1923-1925, 005, 231.).
Do 3º casamento com Júlia Gonçalves:
6.1.6.5.10. Romão Mafra, casada com Herondina, gerou:
6.1.6.5.10.1. Deivis
6.1.6.5.10.2. Denise
6.1.6.5.11. Francisca Mafra, casada com Erico Lopes, gerou:
6.1.6.5.11.1. Juliana
6.1.6.5.11.2. Cleber
6.1.6.5.11.3. Ione Mafra, casada com Ademar Crispim, gerou:
6.1.6.5.11.3.1. Leticia
6.1.6.5.11.3.2. Maikon
6.1.6.5.11.3.3. Sabrina
6.1.6.5.11.3.4. Henrique
6.1.6.5.11.3.5. Isadora
6.1.6.5.11.4. Geraldina Mafra (Proprietária do posto de gasolina Fórmula G, em Canelinha)
6.1.6.5.11.5. Noide Mafra Jasper, n. de Canelinhas SC, n. em 28/6/64, casada com
Nei Isaías Jasper, natural de Brusque /SC, n. em 17/03/1959 gerou:
6.1.6.5.11.5.1. Julia Jasper Schaefer, 04/04/??.
6.1.6.5.11.5.2. Cecília Jasper.
6.1.6.5.11.6. Sueli Mafra, casada com Jaime, gerou:
6.1.6.5.11.6.1. Pedro Antonio
6.1.6.5.11.6.2. Maira
6.1.6.6. Agostinho Mafra, natural de São João Batista, SC, Nascido(a) no dia 14/06/1902, Batismo em 06/09/1905 (São João Batista, SC, São João Batista, Livro de Batismos 1905–1909, 022, 182), Padrinhos: José Manoel de Aviz e Leopoldina Maria.

6.6. Pedro Godinho Mafra, natural de Biguaçu, SC, Nascido(a) no dia 28 Jun 1871, Batismo em 30/09/1871 (São Miguel, Livro de Batismos 1869-1871, 100), Padrinhos: Miguel Marcelino de Andrade e Ana Francisca, falecido(a) em data desconhecida, casado com Isabel Maria da Silva, filha de Antonio Francisco da Silva e Maria Francisca da Conceição, gerou:

6.6.1. Pedro, Nascido(a) no dia 29 Jul 1896, São João Batista, SC, falecido(a), data
desconhecida,.

6.6.2. Maria Isabel dos Santos, Nascido(a) no dia 03/03/1900 e Batismo em 29/09/1900, fal. 07/11/1983, Sorocaba do Sul e Sepultamento em Sorocaba de Fora, (Registros Civis, Biguaçu, SC, Sorocaba do Sul, Óbitos 1964-1985, 027, 025) (segundo informações deixou seis filhos maiores)
6.6.3. Paulo, Nascido(a) no dia 14/11/1902, Batismo em 18/12/1902, natural de São João Batista, SC (São João Batista, Livro de Batismos 1905-1909, 008v, 061) Padrinhos: José Antonio da Silva e Julia Maria da Silva. Assento aos 21/08/1905.
6.6.4. Antonio, Nascido(a) no dia 03/07/1909, natural de São João Batista, SC (São João Batista, SC, Nascimentos 1909-1911, 030, 119), neto pelo costado materno de Antonio Francisco da Silva, também falecido, e de Maria Florença da Silva
6.6.5. Manoel, Nascido(a) no dia 20/031912, natural de São João Batista, SC (São João Batista, SC, Nascimentos 1911-1915, 037, 061).
6.1.8. Joaquina, Nascido(a) no dia 20/11/1875, natural de Biguaçu, SC (São Miguel, Livro de Batismos 1876-1877, 027), falecido(a) em data desconhecida, padrinhos: José Antonio Varella e sua mulher Joaquina Roza da Silva.
6.1.9. Geraldo Godinho Mafra, natural de Biguaçu, Nascido(a) no dia 25/11/1875,
Batismo em 23/11/1876, (São Miguel, Livro de Batismos 1876-1877, 026) Padrinhos:
Geraldo Pereira de Carvalho e Maria Clementina. falecido(a) em data desconhecida, com 21 anos casa-se em Tijucas, à 23 Abr 1896 (Tijucas, SC, Casamentos 1889-1897, 168, 263), com Domingas Anna de Souza, filha de Manuel Luiz Gonçalves e de Anna Domingas de Souza, solteira, doméstica, com idade de 17 anos. Todos residentes no lugar denominado Gallera, gerou:
6.1.9.1. Benta Godinho Mafra, nascida e batizada em Nova Trento, casada em 26/01/1929, em Brusque, SC, (São Luiz Gonzaga, Casamentos 1916-1929, 148, 008), com Luiz Foppa, natural de Brusque, filho de João Foppa e de Bertha Niemeier.Testemunhas: Guilherme Silva e Francisca Dubiella.
6.1.9.2. Maria, Nascido(a) no dia 08/03/1900, Batismo em 29/09/1900 (São João Batista, Livro de Batismos 1888-1905, 118, 036), falecido(a), data desconhecida,. Padrinhos: João Godinho Mafra e Elvira Veronica da Silva.

6.1.9.3. Pedro, natural de São João Batista, Nascido(a) no dia 16/05/1903, Batismo
em 03/09/1905 (São João Batista, Livro de Batismos 1905-1909, 012, 090), falecido(a), data desconhecida,. Padrinhos: Pedro Godinho Mafra e Izabel Maria da Silva.
6.1.10. João Godinho Mafra, natural de Biguaçu, Nascido(a) no dia 30/07/1878, Batismo em 20/11/1878 (São Miguel, Livro de Batismos 1877-1881, 039), filho de José Godinho Mafra e de Maria Joaquina, neto paterno de João Godinho e de Francisca de Jesus, neto materno de José Antunes de Siqueira e de Joaquina Roza. Padrinhos: Manoel Teixeira os Santos e Francisca Bernardina de Assis. (fal. aproximadamente 1905). João Godinho Mafra era lavrador e casou-se duas vezes, sendo a 1ª quando tinha 24 anos, em 07/07/1905, na residência de José Godinho Mafra, em Galera. com Genoveva Ana de Jesus, solteira, com 28 anos, doméstica, filha de Hilário Antônio Marques e de Ana Genoveva de Jesus, gerou:
6.1.10.1. Maria, Nascido(a) no dia 23/06/1906, São João Batista, SC(São João Batista, SC, Nascimentos 1923-1925, 095, 247), Batismo em na capela do Moura. 08/09/1906 (São João Batista, Livro de Batismos 1905-1909, 069, 225). Padrinhos: Elias José Dias e … ? José Zunino.

6.1.10.2. Ana, Nascido(a) no dia 16/08/1907, São João Batista, SC (São João Batista, SC, Nascimentos 1923-1925, 095, 248)(59)

2º Casamento em Tijucas, SC (São Sebastião, Casamentos 1902-1921, 054, 037) em 21/05/1910 Carmelina Ana de Jesus, filha de Victor de Souza Mafra e Ana Rosa de Jesus,
de Canelinha. Ele de trinta anos de idade, e ela de vinte e quatro anos de idade, filha legítima de José Marcellino Mafra (sic) e de Anna Rosa de Jesus. Ambos naturais e moradores nesta paróquia, gerou:
6.1.10.3. Marcimilia60, nasceu em Papagaios, Nascido(a) no dia 8 Out 1910, São João Batista, SC (São João Batista, SC, Nascimentos 1909-1911, 102, 150)
6.1.10.4. Angelo Godinho Mafra, Nascido(a) no dia 14/10/1912, fal. 02/08/1996, casou-se com Virginia Maria Cardoso, fal. 01/11/1973, gerou:
6.1.10.4.1. Maria Angelo Mafra casou com João dos Santos.
6.1.10.4.2. Carmem Angelo Mafra casou com Edmundo da Costa.
6.1.10.4.3. Teresa Angelo Mafra casou com Dionisio da Costa
6.1.10.4.4. Rosa Angelo Mafra casou com Nelson Reinert
6.1.10.4.5. Celia Angelo Mafra casou com Osnildo Bertoldi.
6.1.10.4.6. Zelia Angelo Mafra casou com Luiz
6.1.10.4.7. João Angelo Mafra casou com Salete
6.1.10.4.8. Manoel Ângelo Mafra, Nascido(a) no dia 14/10/1936, natural de Canelinha, SC, tecelão, solteiro, domiciliado e residente em Garcia, Blumenau, ela Lorena dos Santos, nascida em Gaspar aos 18/07/1938, doméstica, solteira, domiciliada e residente em Poço Grande, Gaspar, passou a assinar Lorena dos Santos Mafra, gerou:
6.1.10.4.8.1. Manoel Mafra, casou com Sandra Regina Souza.
6.1.10.4.8.2. Vilson Manoel Mafra casou com Tilda Colzani.
6.1.10.4.8.3. Gilson Manoel Mafra casou com Ivonete Michel.
6.1.10.4.8.4. Jorge Luis Manoel Mafra casou com Ivanilda Praiano
6.1.10.4.8.5. Rodrigo Mafra casou com Xana Machado
6.1.10.5. Joana Godinho Mafra, Nascido(a) no dia 16/06/1913, fal. 07/08/2001, casou duas vezes, sendo a primeira com Bertoldo e gerou:
6.1.10.5.1. Salma Mafra, fal. 9 Out 2003, casou com Arno Pöpper, e gerou:
6.1.10.5.1.1. Renê Roberto Pöpper
6.1.10.5.1.2. Roseli Pöpper casou com Nicolai Katzander.
6.1.10.5.1.3. Sérgio Pöpper, natural de Blumenal SC, casou com Maria Soares Popper, natural de Blumenal SC
6.1.10.5.1.4. Arno Eder Pöpper casado com Selma Ribeiro
6.1.10.5.1.5. Cleide Pöpper, natural de Blumenal, Nascido(a) no dia 06/051962, casou a primeira vez com Joaquim Dutra. Pela segunda vez em 27/12/1980 (Espírito Santo, Casamentos livro 016, 620, 060) casou com Werner Jaeger, natural de Presidente Getúlio, em 05/09/1953, filho de Henrique Jaeger e de Gerda Jaeger, passou a
assinar Salma Mafra Pöpper, Gerou filhos?
6.1.10.5.2. Miro Mafra, Mora em Joinville. É Alfaiate. O segundo casamento de Joana Godinho Mafra foi com Euclides Pereira da Silva, Nascido(a) no dia 26 Jan 1914, e gerou

6.1.10.5.3. Nanci Beatriz de Jesus, reside em Florianópolis, casou com Nelson Kloch.
6.2. João Godinho Mafra(61), casou com Ignacia Polucenia Rosa de Jesus, filha de Germano Gonçalves e Apolinaria Rosa de Jesus(62). e gerou:

6.2.1. Antonio, natural de ?, fal. 19/04/1873 (Itajaí, SC, Santíssimo Sacramento, Óbitos 1868-1880, 047) Antonio, de 4 meses, filho de Francisco Ferreira Mafra (sic) e de Ignacia PolinariaRosa..
6.2.2. Ancelmo, natural de Penha, Nascido(a) no dia 24/06/1868 (Penha, SC, Nossa Senhorada Penha, Livro de Batismos 1861-1869, 165) falecido(a), data desconhecida.
6.2.3. Maria, natural de Biguaçu, Nascido(a) no dia 25 Ago 1869 (Biguaçu, SC, São Miguel,Livro de Batismos 1864-1869, 098), falecido(a) em data desconhecida. Padrinhos: VicenteJosé Godinho e Maria Francisca Rosa.
6.2.4. Francisca, natural de São João Batista, SC, Nascido(a) no dia 07/06/1881, Batismo em 11/12/1881 (São João Batista, Livro de Batismos 1881-1884, 014), falecida, data
desconhecida,. Padrinhos: Vicente João Godinho e sua irmã Maria Francisca Godinho.
6.2.5. Francisco, Nascido(a) no dia 25/10/1883, Batismo em 07/12/1883 (São João Batista,
SC, São João Batista, Livro de Batismos 1881-1884, 027.) falecido(a), data desconhecida.
6.3. Felicidade, natural de Biguaçu SC, Nascido(a) no dia 28/03/1835, Batismo em 22/04/1835 (São Miguel, Livro de Batismos 1824-1836, 183) falecido(a) em data desconhecida, Foram padrinhos José Vicente e Felicidade.

6.4. Ana, natural de Biguaçu SC, nascida no dia 8/05/1837, batismo em 12/06/1837 (São Miguel,Livro de Batismos 1836-1851, 016) falecida em data desconhecida. Padrinhos: Anastacio Luis Pereira e Elena ? Rosa.

Capítulo 2 – José Antônio Godinho

José Antônio Godinho, Açoriano, casado com Inácia Rosa Joaquina, gerou:

  1. José, Nascido no dia 25/04/1802, falecido(a) em data desconhecida, batismo em 3/05/1802, Florianópolis, SC, (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 192) neto pela linha materna de Manoel Joaquim de Souza (Ilha de São Miguel) e Roza Joaquina (Santo Antônio de Lisboa) Padrinhos Ignacio da Costa e Maria da Ascenção, solteiros.

2. José, natural de Santo Antônio de Lisboa, Nascido no dia 06/061805 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 238), falecido(a), datadesconhecida.

Capítulo 3 – Maria Antônia do Rosário

Maria Antônia do Rosário, natural de Santo Antonio de Lisboa, SC, nascida em † , casada com Antonio da Costa Vieyra, natural e batizado na Freguesia de Nossa Senhora da Candelária da Ilha do Pico do Bispado de Angra, gerou:

1. Manoel Antônio da Costa casou com Damiana Roza, filha de Cypriano Machado de Aguiar e de Urçula do Rozario, ambos naturais e batizados na Matriz de Nossa Senhora do Desterro desta Ilha, , gerou:
1.1. Antonio, natural de Santo Antonio de Lisboa, SC, Batismo em 01/08/1790 (Santo
Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1781-1790, 134), falecido(a) em data desconhecida,
1.2. Luiza, Batismo em 05/02/1792 Santo Antônio de Lisboa, (Nossa Senhora das
Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 021), falecido(a), data desconhecida,. Foram padrinhos José Antonio da Silva, solteiro, e Anna Maria63, mulher de Lourenço Godinho.
1.3. Francisco, Nascido(a) no dia 10/11/1800 e Batismo em 23/11/1800 (Santo Antônio de
Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 170), falecido(a), data desconhecida,. Foram padrinhos Francisco Gonçalves dos San … e Maria Alves de Brito, solteiros.
1.4. Cypriana, Nascido(a) no dia 15/02/1802, Batismo em 21/02/1802 (Santo Antônio de
Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 189.) falecido(a), data desconhecida,

2 Anna, Nascido(a) no dia 01/061781, batismo em 05/06/1781(Santo Antônio de Lisboa, Nossa
Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1781-1790, 142) falecido(a) em data
desconhecida, Padrinhos Manoel da Cunha Pereira, natural da Freguesia de Santa Cruz, Ilha
Gracioza, Bispado de Angra, e Joaquina Roza, natural da Freguesia de Nossa Senhora das
Necessidades.
3 Antonio da Costa Vieira, natural de Nossa Senhora das Necessidades, Nascido(a) no dia
27/07/1789, falecido(a) em data desconhecida, casou com Anna Roza, natural de Nossa Senhora
das Necessidades, filha de Lourenço Antonio de São Tyago e Victoria Maria, no dia 13/12/1819,
e receberam as bênçãos em 15/01/1820, gerou:
3.1. Lucianna, Nascido(a) no dia 21/02/1825, falecido(a), data desconhecida.
4 João, natural de Santo Antônio de Lisboa, Batismo em 14/03/1791(Santo Antônio de Lisboa,
Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 004), falecido(a), data
desconhecida,. Padrinhos Joze Antonio Godinho64, solteiro, e Roza Maria de Nazare, mulher de
Francisco José Furtado.
5 Francisco Antonio da Costa, natural de Nossa Senhora de Lisboa, nascido no dia 04/12/ 1792,
Batismo em 11/12/1792 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de
Batismos 1790-1806), falecido(a), data desconhecida (Ficha UFSC), casou com Maria Joaquina
do Nascimento, em 09/05/1811, filha de filha de Manoel do Nascimento e de Maria Antonia,
ambos os contraentes naturais e batizados nesta Freguesia (Santo Antônio de Lisboa, Nossa
Senhora das Necessidades, Casamentos 1806-1846, 030).

2 Anna, Nascido(a) no dia 01/061781, batismo em 05/06/1781(Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1781-1790, 142) falecido(a) em data desconhecida, Padrinhos Manoel da Cunha Pereira, natural da Freguesia de Santa Cruz, Ilha Gracioza, Bispado de Angra, e Joaquina Roza, natural da Freguesia de Nossa Senhora das Necessidades.
3 Antonio da Costa Vieira, natural de Nossa Senhora das Necessidades, Nascido(a) no dia 27/07/1789, falecido(a) em data desconhecida, casou com Anna Roza, natural de Nossa Senhora das Necessidades, filha de Lourenço Antonio de São Tyago e Victoria Maria, no dia 13/12/1819, e receberam as bênçãos em 15/01/1820, gerou:
3.1. Lucianna, Nascido(a) no dia 21/02/1825, falecido(a), data desconhecida.
4 João, natural de Santo Antônio de Lisboa, Batismo em 14/03/1791(Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 004), falecido(a), data desconhecida,. Padrinhos Joze Antonio Godinho64, solteiro, e Roza Maria de Nazare, mulher de Francisco José Furtado.
5 Francisco Antonio da Costa, natural de Nossa Senhora de Lisboa, nascido no dia 04/12/ 1792, Batismo em 11/12/1792 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806), falecido(a), data desconhecida (Ficha UFSC), casou com Maria Joaquina do Nascimento, em 09/05/1811, filha de filha de Manoel do Nascimento e de Maria Antonia, ambos os contraentes naturais e batizados nesta Freguesia (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Casamentos 1806-1846, 030).

Capítulo 4 Joaquina Rosa de Jesus

Joaquina Rosa de Jesus, casada com Manoel da Costa Vieira, gerou:
1 José Antônio da Costa, natural de Santo Antônio de Lisboa, Nascido(a) no dia 12/12/1788, (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1781-1790, 090.) falecido(a) em data desconhecida, casou com Maria Joaquina, em 09/01/1817 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Casamentos 1806-1846, 055) com Maria Joaquina, natural de Santo Antônio de Lisboa, filha de Raulino José Machado e de Sebastianna Rosa de Jesus.
2 Jacinta, natural de Santo Antônio de Lisboa, Batismo em 25/05/1790 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1781-1790, 128. Batismo em 25 Mai 1790), falecido(a), data desconhecida,.

3 Genoveva, natural de Santo Antônio de Lisboa, Nascido(a) no dia 02/05/1792, Batismo em 13/05/1792 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 026) falecido(a), data desconhecida,. Padrinhos: Domingos Antonio de Santiago esua mulher Margarida Antonia do Sacramento, moradores nesta mesma Freguesia.
4 Antonio, natural de Nossa Senhora das Necessidades, Batismo em 02/08/1795, (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 094) falecido(a), data desconhecida,
5 Antonio, natural de Nossa Senhora das Necessidades, Nascido(a) no dia 20/04/1797, Batismo em 1797 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 135.) falecido(a), data desconhecida,.
6 João Antonio da Costa, natural de Nossa Senhora das Necessidades, Nascido(a) no dia
05/01/1799, Batismo em 13/01/1799 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 158), falecido(a) em data desconhecida, foram padrinhos: Matheos Joze da Costa, casado, e Anna Roza Joaquina, solteira. Casou com Foram padrinhos Matheos Joze da Costa, casado, e Anna Roza Joaquina, em 03/02/1827, natural de Nossa Senhora das Necessidades, solteira (Nossa Senhora do Desterro, Casamentos 1809-1839, 197).
7 Alexandrina Costa Vieira, natural de Santo Antônio de Lisboa Nascido(a) no dia 18/02/1800, Batismo em 02/03/1800 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 166.) falecido(a), data desconhecida.

8 Ignacio, natural de Santo Antônio de Lisboa, nascida no dia 15/03/1801 (Santo Antônio de Lisboa, Nossa Senhora das Necessidades, Livro de Batismos 1790-1806, 174), falecida, data desconhecida.

Indices

1 PINHEIRO, Marcos. Genealogia das Famílias Açorianas – De onde viemos e quem somos. Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC. Florianópolis, 2011. Encontrado em: < http://nea.ufsc.br/files/2011/04/MARCOS-PINHEIRO.pdf&gt;. Acessado em 01/03/2015.

2 Secretaria Regional da Educação e Cultura. Registos Paroquiais.Encontrado em: >http://www.culturacores.azores.gov.pt/ig/registos/default.aspx&gt;. e . Acessado em 04/03/2015.

3 OS LIVRAS das linhagens: III: Livro das Linhagens; [Ed. por Alexandre. Herculano] in Portugaliae Monumenta Historica: Scriotores. Lisboa: Acad. Das Sciencias, 1856-1861. p. 75.
4 SOUZA, Antonio Caetano de. Provas da Historia genealogica da casa real portugueza. Tomo I, Lisboa Ocidental, 1439, 191.

5 Almeida, Manuel Ângelo Gomes Abrunhosa Marques de. Precedentes histórico-teóricos dos regionalismos dos Açores e da Galiza. Tese direito Faculdade de Direito. Universidade Santiago de Compostela. P. 17

6 SOUZA, Antonio Caetano de. Op. cit., p. 167.

7 Conta Galli, que a famosa batalha tem poucos documentos e “as informações são obtidas de crônicas tardias” GALLI ,Sidinei. A cruz, a espada e a sociedade medieval portuguesa. São Paulo: Arte e ciência/UNIP, 1977,p. 33.

8 SOUZA, Antonio Caetano de. Op. cit., p. 191 e 192.

9 Torre do Tombo. Encontrado em: . Acessado em 26/04/2015.

10 BARATA, Carlos Almeida. BUENO, Antônio Henrique Cunha. Dicionário das famílias brasileiras. Vol. 2. São Paulo: Origenes X, 2001, p. 1400.

11 MELLO, Amilcar D’Avila de. Expedições: santa Catarina na era dos descobrimentos geográficos: Florianópolis, 2005, p. 61 e 62.

12 MELLO, Amilcar D’Avila de. Op. cit., p.88-91.

13 MENDONÇA, Luis. História dos Açores Secs. XV-XIX. Centro de apoio Tecnológico da Educação: Ponta delgada, 1996, p.22

14 MENDONÇA, Luis. Op. cit. p.24.

15 MENDONÇA, Luis. Op. cit. p. 25.

16 SÃO THIAGO, Arnaldo Claro de. História da literatura catarinense. Imprensa Oficial Sc. 1957, p. 44.

17 SÃO THIAGO, Arnaldo Claro de. Op. cit. p. 17

18 CONORATH, Gabriel Daniel. Análise socio-espacial através de mapa temático, evolução econômica e populacional de São Francisco do Sul. Universidade Regional de Blumenau – FURB. Encontrado em: http://www.uniedu.sed.sc.gov.br/wp-content/uploads/2013/10/Gabriel-Daniel-Conorath.pdf. Acessado em 21/04/2015.

19 ALMEIDA. Manoel Joaquim de. Memória histórica da província de Santa Catharina. Typ. Desterrense. Santa Catarina. 1856, p. 161 e 162.

20 Inventarios e testamentos. São Paulo (Brazil : State). Departamento do Arquivo do Estado. Typographia Piratininga, 1921, p. 116. E, Silva Fontes, Henrique da. A Irmandade do Senhor dos Passos e o seu Hospital, e Aqueles que os Fundaram. Florianópolis: Edição do Autor, 1965, p. 21

21 “Capitão Gaspar de Godoy Moreira, † em 1658 em S. Paulo e foi 1.º casado em 1634 em S. Paulo com Anna de Alvarenga, † em 1648, f.ª de Pedro da Silva (viúvo de Luzia Sardinha) e de Anna de Alvarenga, V. 5.º pág. 422; 2.ª vez casou com Anna Lopes Moreira f.ª de Gaspar Gonçalves Ordonho, natural de Itanhaém, e de Anna Moreira. Tit. Garcias Velhos. Teve da 1.ª mulher:
1-5 Paula Maria, f.ª do Cap. 3.º, foi casado com Luiz Rodrigues Cavallinho. Sem geração”. LEME. Luiz Gonzaga da Silva. Genealogia Paulistana. Vol VI – Pág. 92 a 133. Encontrado em:http://buratto.org/paulistana/Godoys_3.htm. Acessado em 20/04/2015.

22

23 Silva Fontes, Henrique da. Op. cit. p, 43

24 http://www.iict.pt/pequenanobreza/arquivo/Doc/t1s2-03.pdf

25 OLIVEIRA, Ricardo Costa de. A “Nobreza da Terra” nas vilas de Paranaguá, Curitiba e São Francisco do Sul. Congresso Internacional Pequena Nobreza nos Impérios Ibéricos de Antigo Regime | Lisboa 18 a 21 de Maio de 2011, p. 16.

26 Registros da Igreja Católica, Florianópolis, SC, Nossa Senhora do Desterro, Casamentos 1714-1775, 001.

27 OLIVEIRA, Ricardo Costa de. Op. cit. p. 13.

28 BOITEUX, Lucas Alexandre. Prosápia Catarinense (volumes I, II e III). Transcrição de Marly A. F. B. Florianópolis: IHGSC – Núcleo de Estudos Genealógicos, 1999.

29 João Fragoso, apud, BOITEUX, Lucas Alexandre, op. cit., p. 35.

30 BOITEUX, Lucas Alexandre. Op. cit.

31 CARDOSO, Vitor Hugo Bastos. A formação social da primeira elite senhorial e política da Ilha de Santa Catarina, 1700-1730. Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Florianópolis. 2009. Encontrado em: . Acessado em 20 de abril de 2015.

32 Revista do Instituto Historico e Geografico de São Paulo, p. 74. Encontrado em:https://www.yumpu.com/pt/document/view/13276081/revista-do-instituto-historico-e-geografico-de-sao-paulo/85. Acessado em 02/03/2015.

33 FONTES, Henrique da Silva. A Irmandade do Senhor dos Passos e o seu Hospital: e aquêles que os fundaram. Ed. do Autor. 1965, p. 43.

34 Inventários de Paranaguá. Século XIX. Anos fora de ordem. Museu da Justiça. Tribunal de Justiça. Paraná. Testamento e Inventário (Paranaguá). Inventário 1882 de João Antonio Siqueira.

35 MENDONÇA, Luis. Op. cit. p. 59.

36 MENDONÇA, Luis. Op. cit. p. 112 e 61

37 MENDONÇA, Luis. Op. cit. p. 96 e 97.

38 MENDONÇA, Luis. Op. cit. p. 110.

39 MIRANDA, Paulo José. Filhas. Oficina do Livro: Lisboa, 2012, p. 22.

40 Registrado no Livro de Nossa Senhora do Desterro Batismos 1751-1753, 022.

41 O nome de batismo do galego, era Joan Conte de Syrqueyra, conforme consta no registro de casamento que passou a assinar com o casamento João Antonio Siqueira.

42 Na transcrição feita pala UFSC, como não estava legível foi anotado “Cuera ?”, porém como é sabido que Juan era espanhol de Galicia, o local que existia na altura era Santiago de Camba, conforme se vê: “No Antigo Réxime, o concello de Rodeiro estaba formado pola maior parte das parroquias coas que conta hoxe en día. Estas estaban integradas na xurisdicción de Camba, coa excepción da parroquía de Salto, de xurisdicción do mesmo nome, que pertenecía a provincia de Lugo.
A súa maior parte pagaban rendas ó Arcebispado de Santiago, tamén coa excepción de Salto e Vilela, que o facían ó señorío do Mosteiro de Oseira, e de San Xoán de Camba, cuias rentas eran administradas entre o arcebispado de Santiago e a familia de D. Melchor de Camba”. Camba era uma localidade sob jurisdição de Rodeiro, Galicia, Espanha (http://www.rodeiro.org/parroquias/)

43 Livro: Nossa Senhora do Desterro Batismos 1751-1753, 010.

44 RICHA, Lênio Luiz. GENEALOGIA BRASILEIRA: Estado de São Paulo – Os Títulos Perdidos. Encontrado em: http://www.genealogiabrasileira.com/titulos_perdidos/cantagalo_ptcamargos.htm. Acessado em 24/04/2015. Apontamentos históricos, geográficos, biográficos, estatísticos e noticiosos da Província de São Paulo: seguidos da cronologia dos acontecimentos mais notáveis desde a fundação da Capitania de São Vicente até o ano de 1876. Livraria Martins Editora, 1953, p. 11, cita Antonio Bicudo e Sebastião Fernandes Capacho juntos denotando ser pai e filho.

45 SILVA LEME, Luiz Gonzaga da. Genealogia Paulistana (1852-1919). Volume I – Pág. 179 e 180. RICHA, Lênio Luiz. GENEALOGIA BRASILEIRA: Estado de São Paulo – Os Títulos Perdidos. Encontrado em: . Acessado em 24/04/2015. Revista genealógica brasileira, Edições 7-8. Instituto Genealógico Brasileiro., 1943, p. 251.

46 Mariana do Prado, faleceu em 1688, São Paulo, SP, filha de João de Santa Maria, natural de Castela, e de sua mulher Philipa do Prado.

47 , f. de Domingos Luiz e Ana Camacho, falecida com testamento em 1613, SP. Pais de: (DB.98, 100, PP.33 e SL.1.178)

48 SILVA LEME, Luiz Gonzaga da. Genealogia Paulistana (1852-1919). Volume I – Pág. 178.

49 Segundo Noronha, os Camellos são descendentes de “Francisco Camelo, e Francisco Alvares Camelo, que justificaram a sua nobreza, para se lhes passar Brasão de armas, no anno de 1529, e dos mesmos foi Antonio Camelo, que se achou defendendo a cidade dos Francezes em 1566”. Noronha, Henrique Henriques. Op. cit. p. 471.

50 Santo Antonio de Lisboa, é um distrito de Florianópolis, criado em 26 de outubro de 1751.

51 Na transcrição feita pala UFSC, como não estava legível foi anotado “Cuera ?”, porém como é sabido que Juan era espanhol de Galicia, o local que existia na altura era Santiago de Camba, conforme se vê: “No Antigo Réxime, o concello de Rodeiro estaba formado pola maior parte das parroquias coas que conta hoxe en día. Estas estaban integradas na xurisdicción de Camba, coa excepción da parroquía de Salto, de xurisdicción do mesmo nome, que pertenecía a provincia de Lugo.
A súa maior parte pagaban rendas ó Arcebispado de Santiago, tamén coa excepción de Salto e Vilela, que o facían ó señorío do Mosteiro de Oseira, e de San Xoán de Camba, cuias rentas eran administradas entre o arcebispado de Santiago e a familia de D. Melchor de Camba”. Camba era uma localidade sob jurisdição de Rodeiro, Galicia, Espanha (http://www.rodeiro.org/parroquias/)

52 RICHA, Lênio Luiz. GENEALOGIA BRASILEIRA: Estado de São Paulo – Os Títulos Perdidos. Encontrado em: http://www.genealogiabrasileira.com/titulos_perdidos/cantagalo_ptcamargos.htm. Acessado em 24/04/2015. Apontamentos históricos, geográficos, biográficos, estatísticos e noticiosos da Província de São Paulo: seguidos da cronologia dos acontecimentos mais notáveis desde a fundação da Capitania de São Vicente até o ano de 1876. Livraria Martins Editora, 1953, p. 11, cita Antonio Bicudo e Sebastião Fernandes Capacho juntos denotando ser pai e filho.

53 SILVA LEME, Luiz Gonzaga da. Genealogia Paulistana (1852-1919). Volume I – Pág. 179 e 180. RICHA, Lênio Luiz. GENEALOGIA BRASILEIRA: Estado de São Paulo – Os Títulos Perdidos. Encontrado em: . Acessado em 24/04/2015. Revista genealógica brasileira, Edições 7-8. Instituto Genealógico Brasileiro. 1943, p. 251.

54 SILVA LEME, Luiz Gonzaga da. Genealogia Paulistana (1852-1919). Volume I – Pág. 178.

55 Uma publicação encontrada em 1896, na cidade de Lages, em que sua área faz divisa com a de João José Pinto que estava em litígio. BIBLIOTECA NACIONAL. Hemeroteca Digital Brasileira. Encontrado em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=711497x&PagFis=6109 Acessado em 05/05/2015.

56 Uma ocorrência em que diz que de uma doação aos pobres por um anônimo em que a Republica contemplu-lhe, em novembro de 1895. http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?ib=711497x&pasta=ano%20188&pesq=Maria%20Ignacia%20de%20Jesus

57 No rio de janeiro http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=245038&PagFis=15003. http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=291536&PagFis=12064 p. 4 gov de Minas mandando pagar a Ernesto Godinho valores por venda de vassouras. 23.05.1897. Orgão Oficial de Minas Gerais. Havia um homônimo em juiz de fora, médico. 1907. Discussão operária. Rio de Janeiro. Encontrado em: http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=089842_01&PagFis=13837. Acessado em 04/03/2015.

58 Junior, assim conhecido, em razão de seu pai ser chamado Libaninho, e Netinho também já tinha na família, então sua mãe resolveu chamá-lo de Junior e assim ficou.

59 No Nascimento de Ana em 16/08/1907, João Godinho Mafra e Genoveva Ana de Jesus, José Godinho Mafra e Maria Joaquina de Jesus, e Hilário Antonio Marques já haviam falecidos, só Ana Genoveva de Jesus, vivia.

60 No nascimento de Marcimília, em 23 Out 1910, em Papagaios, onde foi declarante Elias José Dias. Nessa altura José Godinho Mafra e Maria Joaquina de Jesus moravam em Papagaios.

61 Na certidão de nascimento de francisco, consta “filho de Francisco João (sic) Godinho e de Ignacia Rosa da Conceição, neto paterno de João Godinho e de Francisca Ferreira Cabral”

62 Na certidão de nascimento de Ancelmo.

63 Até 05/02/1792 Anna Maria, mulher de Lourenço Godinho, era viva.

64 José Antonio Godinho testemunha nascimento, ligação entre os parentes de 3 grau.

Escritores

João Ernesto Paes de Barros

Advogado e Consultor Jurídico no Brasil e Portugal. Mestre pela Universidade Federal de Mato Grosso – Brasil. Doutorando da Universidade de Lisboa. Assessor Jurídico da Fundación Cauce (Burgos, Espanha), Diretor de Pesquisa do Instituto Matogrossense
de Direto e Educação Ambiental (Cuiabá-BR), professor de Direito das Obrigações, Contratos e Responsabilidade Civil(licenciado).


Jessika Matos Paes de Barros

Advogada especialista em Diteito Comercial, professora universitária, Mestre em Educação, Doutoranda em Educação.no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa

Referencial bibliográfico

  • Almeida, Manuel Ângelo Gomes Abrunhosa Marques de. Precedentes históricoteóricos dos regionalismos dos Açores e da Galiza. Tese direito Faculdade de Direito.Universidade Santiago de Compostela. 2007.
  • ALMEIDA. Manoel Joaquim de. Memória histórica da província de Santa Catharina.Santa Catarina: Typ. Desterrense. 1856.
  • ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO. Tombo das armas dos reis e titulares e de todas as famílias nobres do reino de portugal intitulado com o nome de tesouro de nobreza. Encontrado em: http://digitarq.dgarq.gov.pt/viewer?id=4162408. Acessado em 26/04/2015.
  • BARATA, Carlos Almeida. BUENO, Antônio Henrique Cunha. Dicionário das famílias brasileiras. Vol. 2. São Paulo: Origenes X, 2001, p. 1400.
  • BOITEUX, Lucas Alexandre. Prosápia Catarinense. (volumes I, II e III). Transcrição de Marly A. F. B. Florianópolis: IHGSC – Núcleo de Estudos Genealógicos, 1999.
  • CARDOSO, Vitor Hugo Bastos. A formação social da primeira elite senhorial e política da Ilha de Santa Catarina, 1700-1730. Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Florianópolis. 2009. Encontrado em: http://bgmamigo.paginas.ufsc.br/files/2011/02/TCC-Vitor-Hugo-Bastos-Cardoso.pdf Acessado em 20 de abril de 2015.
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